» newsletter:
 

» adicionar aos favoritos

» indique este site a alguém:
 
 

 

 

 

sweethell sou eu...

... e meu nome verdadeiro é tatiana leão. uma carioca de 24 anos ainda morando no rio de janeiro, mas muito longe de ser uma carioca típica. mãe apaixonada da dominique, uma menina maravilhosa de 1 ano e 9 meses. libriana cética, carregando modificações corporais diversas, poucas certezas e muitos desejos.

quer saber ainda mais?

 

 

 

 

» happy house
» she rides the night
» clouds in my coffee
» jam sessions
» criminal
» pensar enlouquece
» pensaletes
» mau humor
» stripped
» moody
» memepool
» cc

 

 

 
      

 

 

» resolução mínima 1024 x 768, high color, internet explorer
» movable type, photonica, nitelands
» visitantes até agora.

navegue pelo fimdamente.org + + +

 

 

tudo neste site que foi escrito, fotografado, produzido, etc por mim, não só é 2000/2004© sweethell (e não deve ser reproduzido sem autorização prévia), como também é um reflexo de minhas linhas de pensamento, sentimentos e visões. assim sendo, podem variar muito de suas próprias linhas de pensamento, sentimentos e visões. perceba que isto não significa que eu estou "certa" e você "errado/a", nem vice-versa. é simplesmente uma questão de pontos de vista, e caso você queira discutir/debater sobre algo contido aqui, seja bem-vindo para uma conversa amigável.

 

da morte que ronda.

 

não, não é o fim que me atinge, não a mim que já vi a outros fins, fora e dentro de mim, inúmeros e sempre veementes em seus desdobramentos. nem ao menos é a presença carregada de nostalgia do cheiro dela, a que já desejei e me deixou só, desejando e levando consigo outros como eu a levava comigo. nada disso, porque não há mais o que ver aí: o que havia foi se desfazendo com a memória que se esvaziava.

e agora eu vejo nele um pouco do que havia em mim: uma desesperança que não elimina a esperança, estrangulando-a no limite - uma dor que não se mostra como dor, mas como um desânimo que também não é desânimo - um peso que não se carrega mas é o peso maior que se leva sempre, nesta existência inconstante, desde que começou, todo o tempo:

a certeza, solitária em seu estado de certeza permanente, eu vejo nele o peso que lhe recai sem que esteja para ele preparado como nunca se pode estar, de que vamos todos morrer.
por sweethell, em 12/06/03, às 01h23m21s {} envie {} trackback (0) {} anterior {} próximo {} topo

comentários
(clique aqui para comentar)

» topo

// comente!

seu nome:

seu e-mail:

seu site ou blog:

comentários:

lembrar informações pessoais?


» topo

enviar este post a alguém

e-mail para envio

seu e-mail

mensagem (opcional)

» topo

sobre ela. dizendo ainda mais. imagens para serem vistas - e adquiridas. ainda em construção. de volta ao início.